Institucional VRJC Em qualquer direção há um VR campeão!

Foi em meados de 1914, na Fazenda Macega, em Uberaba (MG), que Vicente Rodrigues deu início à criação que é hoje o rebanho VR, comprando 14 novilhas e um touro de Hipólito Rodrigues da Cunha. No ano seguinte, nasceram as primeiras crias, às quais o jovem Vicente Rodrigues aplicaria a própria marca – o ferro VR.

Desde o princípio, a VR sempre se preocupou em reunir animais de origem importada, com procedência comprovada. Essa característica se revelaria especialmente na década de 30, quando foram adquiridas de Geraldino Rodrigues da Cunha, 600 matrizes Nelore para povoar a Fazenda Pontal do Corumbaíba, recém-comprada por Vicente em Goiás.

Das importações de nelore que se fizeram nessa época por criadores mineiros e baianos, Vicente Rodrigues também adquire alguns exemplares, como Bacurau e Machadinho. Outros reprodutores que valeram muito à criação tiveram seus nomes apagados pelo tempo, embora deixando sua descendência no VR, onde nunca se economizou para obter o melhor. Em 1940, o plantel VR é transferido para Minas Gerais, uma parte para Fazenda Pontal e outra para Fazenda da Matinha, que três anos depois foram para Fazenda da Ilha (hoje encoberta pelas águas da Represa Volta Grande).

Vicente Rodrigues faleceu em 1942, mas viu desde a primeira Exposição Agropecuária do Triângulo Mineiro, em 1935, o reconhecimento aos animais com sua marca premiar o trabalho de seleção. Na década de 50, o nome VR já se firmava como origem dos mais reputados da raça Nelore no país, disseminando a qualidade que Olinda Arantes Cunha, na sucessão do marido, também se esmerou em preservar, com rara visão e dinamismo.

No entanto, foi na década de 60 que a marca VR assegurou definitivamente a posição que mantém até hoje dentro da raça. E coube ao filho de Vicente Rodrigues, Torres Homem Rodrigues da Cunha, já à frente do trabalho, definir esse rumo. Dois “especialistas” foram por ele enviados à Índia, apesar dos impedimentos ainda impostos às importações. Assim, vieram Karvadi, Tetracampeão Indiano e Supercampeão Nelore da Ásia, e Golias, Campeão de Peso da Índia. E vieram também os consagrados Rastã, Bima, Bramine e matrizes como Ashoka, Andra, Chintaladevi, Chilara, Hiderabad, Mahannandi, Mara, Marna, e tantos outros que mudariam para sempre o curso da história do Nelore no Brasil.

Fazenda Santa Cecília Fazenda Santa Cecília
Em 1963 Torres Homem adquire a Fazenda Santa Cecilia em Araçatuba-SP e em 1971 adquire a Chácara Zebulândia, berços dos sufixos SC e Zeb VR. Com os olhos voltados para o futuro, Torres Homem inaugurou, em 1968, o primeiro laboratório nacional de congelamento de sêmen – a Central VR, a fim de garantir para o futuro a qualidade do melhor Nelore através da inseminação artificial.

Grandes Campeões Grandes Campeões
Nas últimas décadas, a VR tem sido berço de grandes campeões. Ao todo acumula 61 Grandes Campeonatos Nacionais, um recorde insuperável. Dando continuidade ao trabalho do pai, José Carlos Prata Cunha já é Hexacampeão como Melhor Expositor Nacional no ranking da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB).

Em 2004, a VRJC juntamente com os parceiros do Grupo JOP, deram início a um novo ciclo de importações da Índia, com o intuito de resgatar o que há de melhor dentro da raça nelore e adquiriram matrizes e reprodutores minuciosamente escolhidos e que foram instalados num laboratório de coleta de embriões, que estão sendo enviados ao Brasil. Esta genética da nova importação já é realidade e trará novas linhagens a serem incorporadas ao rebanho nacional.

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